sábado, 11 de setembro de 2010

Os maiores custos no futebol


Seguindo o gancho do post de ontem, a segunda edição da revista “Competir Sports Marketing” trouxe uma reportagem intitulada “Os maiores custos no futebol”.

A reportagem não “toma partido” se os gastos excessivos com futebol estão certos ou errados, ela apenas apresenta um estudo onde ele comparar os valores gastos com as folhas de pagamento dos principais times do Brasil em 2009 e o lugar que esses times ficaram no campeonato brasileiro.

Para desespero dos defensores do “Bom e Barato” existiu em 2009 uma relação direta entre os gastos e a classificação final do time.

O Corinthians foi o clube que mais investiu e ficou apenas em 10º.
O São Paulo foi o 2º que mais investiu e ficou em 3º.
O Internacional foi o 3º que mais investiu e ficou em 2º.
O Cruzeiro foi o 4º time que mais investiu e ficou em 4º.
O Palmeiras foi o 5º time que mais investiu e ficou em 5º.
O Flamengo foi o 6º time que mais investiu e ficou em 1º; e por fim
O Grêmio foi o 7º time que mai investiu e ficou em 8º.

Tirando o Corinthinas que gastou muito, mas tem o salário de Ronaldo pra pagar e foi campeão da Copa do Brasil e o Flamengo, é inegável que existiu sim uma relação direta entre investimento e classificação no Campeonato.

Me siga no twitter: http://twitter.com/Ale_Delamuta

PQP Fui sorteado!!!!!

Acabou de chegar no meu e-mail!!!!

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

O Dilema


“É o dilema do futebol naciona:, ou os clubes se endividam para tentar conquistar títulos ou assistem de longe os concorrentes se destacarem”.

Essa frase encerra a reportagem de capa da revista Placar desse mês e inicia o post de hoje.

Se por um lado a arrecadação dos clubes brasileiros evoluiu muito nos últimos anos, seja através do aumento do patrocínio de camisa, seja através do cota de TV ou ainda pelas melhores no valor negociações de jogadores para a Europa, o mesmo aconteceu com a folha de pagamento dos mesmos.

Corinthinas e Inter gastam hoje mais de 5 milhões de reais cada um com a sua folha de pagamento todo mês. O Santos 4,8 milhões e até o Palmeiras, que possui um elenco com qualidade pra lá de duvidosa já passou da casa dos 4 milhões. Não é difícil duvidar desses números, enquanto Deco (Fluminense) recebe R$ 550 mil reais, o recém chegado Deivid (Flamengo) já chegou ganhando R$ 475 mil. Fred (Fluminense) ganha R$ 460 mil, Kleber (Palmeiras) R$ 376 mil e Rafael Sóbis e o argentino D´Alessandro (ambos do Internacional) ganham R$ 300 mil cada. A farra dos salários milionários não fica só nos jogadores, no banco de reservas Felipão (Palmeiras), Muricy (Fluminense) e Luxemburgo (Atlético Mineiro) também recebem cifras maiores que meio milhão por mês.

Não sou contra que esses profissionais sejam bem pagos, mas os gastos com a folha de pagamento dos clubes não pode ser maior que a arrecadação. Não importa se você trabalha na indústria siderúrgica, na farmacêutica, financeira ou na de entretenimento, quando alguém desrespeita essa regra e gasta mais do que ganha, o fim da história é sempre o mesmo.

É bom os dirigentes abrirem o olho!

Me siga no twitter: http://twitter.com/Ale_Delamuta

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Homenagens nunca serão de mais!

Fênix

A fênix é um pássaro da mitologia grega que, quando morria, entrava em auto-combustão e, passado algum tempo, renascia das próprias cinzas. Quem acompanhou os dias após a eliminação do tricolor da Libertadores e a forma como o time jogou nos últimos três jogos, sabe bem o porque da citação desse pássaro.

Aos que duvidavam, estamos de volta!!!!

Me siga no twitter: http://twitter.com/Ale_Delamuta

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Morumbi

Amigos, o blogueiro pé quente estará hoje a noite no Morumbi, cornetando e comentando o jogo via twitter: http://twitter.com/Ale_Delamuta

Resultado Enquete

Amigos Corinthianos, a última enquete do blog od Delamuta trouxe uma boa noticia pra vocês. Nos próximos 25 anos, até o centanário tricolor, nós venceremos no máximo, apenas mais 3 Libertadores. O resultado da enquete diz que até 2035 o tricolor terá entre 4 e 6 títulos da Copa Libertadores.

Pra quem duvida, as enquetes tem acertado em cheio todos os resultados que questionou!

Quarta e Domingo

Existe um ditado no futebol que diz: “Futebol é Quarta e Domingo”, nada é capaz de expressar melhor esse ditado que a atual fase do São Paulo Futebol Clube.

Basta qualquer um ir a banca e comprar uma edição da revista Placar desse mês (Ed. 1346). Nela o jornalista Arnaldo Ribeiro, autor do livro “Os Dez mais do São Paulo” da editora Maquinaria, escreveu uma matéria chamada “Os Garotos Perdidos”. Essa matéria deve ter sido escrita a cerca de 10 dias atrás (tempo que eu julgo necessário para que a revista seja rodada e distribuída até as bancas) quando o São Paulo se encontrava a alguns pontos da zona de rebaixamento e sem patrocínio.

O tom da matéria é pesado. O jornalista profetiza que após ser eliminado da Libertadores desse ano o tricolor ira brigar para não ser rebaixado e estará fadado a disputar a Copa do Brasil de 2011. Por fim ele questiona se seria esse o momento ideal para lançar os garotos que conduziram o tricolor ao único título do ano (a Copa São Paulo de Futebol Junior) ao time principal.

O problema dessa reportagem é que como eu escrevi no título desse post, futebol é jogado de quarta e domingo e nesses 10 dias entre a matéria ser escrita e chegar até as bancas o São Paulo ganhou duas partidas seguidas com a ajuda da garotada da base, esta invicto a 5 jogos, subiu para 10ª posição e pega hoje o Flamengo em casa.

Alguém duvida que eu caso de vitória a próxima edição da revista pode trazer uma matéria sobre o incrível poder de reação do Tricolor?

Me siga no twitter: http://twitter.com/Ale_Delamuta

Nunca houve um Goleiro como Rogério!


JUCA KFOURI
COLUNISTA DA FOLHA

Caju é sinônimo de Atlético Paranaense, por estranho que pareça.

Mas o antigo goleiro do Furacão (anos 30/40) tem seu nome na história, como Lara, do Grêmio, da mesma época.

E são raros os goleiros que têm seus nomes automaticamente associados a um clube, às vezes dois, como Gilmar dos Santos Neves (Corinthians e Santos); Manga (Botafogo e Inter); Raul Plassmann (Cruzeiro e Flamengo).

Oberdã Catani do Palmeiras, Emerson Leão, fundamentalmente do Palmeiras, São Marcos.

Ronaldo, do Corinthians.

Barbosa, do Vasco.

Marcos Carneiro de Mendonça e Carlos Castilho, do Fluminense.

Kafunga, do Atlético Mineiro.

José Poy e Zetti, do São Paulo.

Nenhum deles, no entanto, o que não os diminui em nada, bem entendido, pegou três bolas impossíveis numa decisão de Mundial de Clubes.

Rogério Ceni pegou.

Nenhum deles foi eleito o melhor jogador de uma decisão de Mundial de Clubes nem do próprio Mundial.

Rogério Ceni foi.

Nenhum deles fez gols e mais gols pelo seu clube.

Rogério Ceni fez e fará.

Jamais houve um goleiro como Rogério Ceni, que compõe agora, como disse o autor do livro sobre o São Paulo (“Dentre os grandes, és o primeiro”, da Coleção Camisa 13, pela Ediouro), Conrado Giacomini, a Santíssima Trindade Tricolor, ao lado de Leônidas da Silva e Raí.

Do mesmo modo que não se afirmou aqui, na coluna passada, que o São Paulo é o maior time de todos os tempos do Brasil (porque nem é preciso comparar a equipe do tri mundial com o Santos de Pelé, basta compará-lo ao próprio São Paulo de Raí para constatar o tamanho da estupidez, se cometida), pois apenas se constatou que o São Paulo é o clube mais vitorioso do país, também ninguém está dizendo que Rogério é o melhor goleiro da história.

Ele é só (?!) o mais emblemático e bem sucedido a personificar um clube de futebol.

Até outro dia mesmo, com toda sua história no Morumbi, poderia se dizer que Rogério já tinha um lugar de honra na galeria dos ídolos tricolores, mas poucos e desimportantes títulos como titular.

Agora não só tem os dois títulos mais importantes que um clube pode ter como, ainda por cima, os obteve como os obteve, fazendo gols e milagres, tanto na Libertadores quanto no Mundial.

Ah, mas ele não está na seleção.

E não está porque não gostou de ter seu cabelo cortado na Copa das Confederações de 1997, na Arábia Saudita.
Romário anunciou que o time rasparia a cabeça caso chegasse à final do torneio.
Rogério foi pego de surpresa. Não gostou e não disfarçou o desagrado com a violência.
Até já disse que se não faltasse só uma partida teria pedido para voltar para o Brasil e de tão amuado não saiu mais de seu quarto, a não ser para treinar e se alimentar. Zagallo viu em sua atitude “falta de espírito de grupo”.

Só resta dizer, como diria Fernando Calazans, azar da seleção.

Me siga no twitter: http://twitter.com/Ale_Delamuta

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Rogério Ceni, 20 anos. Mito inimitável


Ter, 07 de Setembro de 2010 12:07
Por Mauro Beting

Vinte anos de Rogério Ceni no Morumbi.
Treze anos batendo faltas e pênaltis para fazer 90 gols na carreira e na história.
Campeão do mundo, da América, do Brasil, de São Paulo e do Morumbi.
E isso irrita quem não é.

Dezessete anos de Rogério defendendo a meta tricolor.
“Meta” que é a palavra perfeita para definir o craque.
Ele é um profissional que parece bater um tiro de meta já com o objetivo definido. Determinado. Para isso se prepara. Treina. Estuda. Pensa. Faz.
E isso irrita quem não se compromete como ele.

Os 90 gols de falta e de pênalti não são acaso. São caso pensado. Treinado.
Ele é daqueles que treinam até faltar luz no CCT. E por isso acaba sendo tão iluminado quando é necessário. Quando é preciso como Rogério na meta são-paulina. Ainda mais tricolor quando defendida pelo maior craque-bandeira da história do clube.
E isso irrita quem não gosta dele e do São Paulo.

Rogério não dá bola. Porque ele não a larga. É daqueles goleiros que diminuem o tamanho do gol para os adversários. Com Rogério, no banco de 1993 a 1996, titular absoluto desde 1997, o São Paulo, se não ganhou tudo, foi quase tudo. E quase tudo parou nas mãos de Rogério, e passou pelos pés, pela cabeça, pelos dedos do líder incontestável. Para o bem e para o mal.

E isso irrita.

Rogério não é perfeito. Também por ser perfeccionista. Exige tanto que chega a irritar. E a se irritar. Cobra porque se cobra mais que tudo e que todos.
E isso irrita.

Como algumas saídas de meta em forma da cruz que aprendeu com o ídolo Navarro Montoya – que os não poucos críticos reclamam que ele se ajoelha demais; como as adiantadas nos pênaltis; como a fome de jogar de qualquer jeito; como algumas cobranças de falta desnecessárias no passado; como algumas cobranças no elenco exageradas; como algumas cobranças da (e na) direção mal contornadas no vai-não-sai para o Arsenal, em 2001, que quase acabou com parte dessa história impressionante; como algumas poucas falhas em momentos decisivos que acontecem com todos os mortais. Por mais imortal que ele seja no Morumbi.

E isso também irrita.

Ainda mais os adversários que querem ver os erros do mundo nas luvas de Rogério. Parte da empáfia assumida e juramentada e juvenalizada são-paulina passa pelo capitão, líder e exemplo. Mas repare em cada linha bem pensada, articulada e falada por Rogério. Na derrota (que não foi muita), na vitória (que foi tanta em 17 anos), Rogério está sempre lá para defender o São Paulo. Pode perder a linha, vez ou outra. Mas jamais a segurança que passa aos companheiros, aos rivais, e à instituição. À família são-paulina e à família Ceni que defende fora de campo tão bem como ele segura as pontas e os trancos na meta. Neste mundo midiático, escancarado e escandalizado, Rogério preserva e se preserva com categoria. Não se perde na noite e ganha o dia.

E isso irrita.

Porque ele é diferente. Não apenas por fazer defesas como poucos na história do clube, não apenas por fazer gols como ninguém na história do futebol.
Se Rogério pensa muito bem no que fala e no que faz, não pensa em ser lembrado e admirado como um ídolo de todas as torcidas.
Rogério é tão são-paulino que tem o compromisso com o São Paulo. Só.
De ser feliz e amado pelos tricolores. Só.
E não faz questão de ser o ídolo que merecia ser de todos os torcedores.
E isso irrita.

Como devem se irritar os não-são-paulinos que não puderam ver o Liverpool campeão do mundo porque Rogério Ceni segurou todas as bolas do massacre na final de 2005.
A falta na gaveta de Gerrard que Rogério defendeu como se fosse um Ceni.
O chute cruzado num bolo de gente que Rogério defendeu como se fosse um Ceni.
As defesas daquele que foi tudo no Japão como se fosse um Ceni.
E ainda foi o artilheiro do São Paulo na campeoníssima temporada de 2005 como se fosse um Ceni.
E isso irrita.

Um ano depois de Rogério chorar como criança quando eliminado pelo Once Caldas, na semifinal da Libertadores de 2004, em Manizales. Quando pensou que não conseguiria mais (re)conquistar o que já havia ganho como reserva do imenso Zetti. Digno sucessor da escola tricolor de Valdir Peres, Sérgio Valentim, Picasso, José Poy. Grandes, imensos goleiros debaixo das traves, em toda a grande área. Mas nenhum, no São Paulo e no mundo, senhor de todas as áreas como Rogério. E isso irrita.

Talvez Rogério não seja mais goleiro que outros poucos goleiros tricolores.
Talvez Rogério não seja o maior craque entre tantos craques e gênios são-paulinos.
Talvez outros raros tricolores tenham sido tão são-paulinos quanto ele.

Mas não há ídolo como Rogério Ceni.
Como diz com muita razão e enorme paixão o são-paulino, todos os times têm um goleiro. Só o São Paulo tem Rogério Ceni.

E isso não se imita.

Me siga no twitter: http://twitter.com/Ale_Delamuta

Frase do Dia


Maior que Rogério, só o São Paulo Futebol Clube!

Rogério Ceni, a lenda!


Ter, 07 de Setembro de 2010 12:29
Por Benjamin Back

Rogério Ceni é uma daquelas pessoas que podemos chamar de mito ou de lenda como queiram.

Numa época em que se o jogador permanecer dois anos num clube já é algo que merece destaque, imagine o camisa 01 que hoje comemora 20 anos de São Paulo Futebol Clube!

Obstinado, iluminado, persistente, guerreiro, dedicado entre outros tantos adjetivos que o levaram a números totalmente inalcançáveis quando o assunto é São Paulo e até mesmo qualquer outra equipe do futebol mundial.

Vejam só:

Rogério ultrapassou os limites e quebrar algum recorde para ele se tornou algo mais do que comum, afinal, por enquanto são 924 partidas com a camisa do Tricolor, é o maior goleiro artilheiro da história do futebol mundial com 90 gols marcados, é também o maior recordista sem sofrer gols em Campeonatos Brasileiros, ou seja, foram 988 minutos sem deixar a bola estufar as redes, também é o jogador que mais partidas atou em Campeonatos Brasileiros, até o momento foram 403 jogos, isso sem falar, claro, nos 14 títulos conquistados nesses 20 anos de clube!

Ufa… Mas será que esqueci mais algum recorde?

Ahhhh, adivinhem qual é o maior artilheiro do São Paulo em Libertadores?

Claro, o próprio Rogério com 11 gols marcados.

Rogério Ceni é sinônimo de São Paulo e vice versa, uma história que está longe de terminar e que ainda terá muitos capítulos a serem escritos, mas, com certeza ele é o maior ídolo da história do São Paulo, pois, além de tudo, não existe ninguémmais identificado com o clube do que ele!

Me siga no twitter: http://twitter.com/Ale_Delamuta

Enquete

Tem enquete nova no ar... entre e participe!

SPFC alcança valores recordes


Os valores a seguir não são oficiais, mas segundo o portal globo.com apurou o Tricolor receberá por esses dez meses a quantia de R$ 25 milhões, valor bem superior ao último contrato que o clube tinha com a LG, do ramo de eletrônicos. O Tricolor fecha com novo patrocinador até junho de 2011 por R$ 25 milhões sendo que até dezembro, a empresa poderá estampar sua marca no peito, nas costas e nas mangas da camisa do time do Morumbi já a partir de janeiro, será no peito e nas costas.

Com isso a diretoria fracassa na meta de obter um patrocínio de R$ 40 milhões para 2010 (incluindo peito, costas e manga da camisa), porém o trabalho não foi tão ruim assim. Os R$ 25 milhões da BMG para 10 meses equivalem a R$ 10 milhões pelos 4 meses restantes de 2010 e com esses R$ 10 milhões, somados aos R$ 16,2 milhões obtidos com patrocínios eventuais no 1º semestre, chegamos a um total de R$ 26,2 milhões no ano de 2010. Um crescimento de 63,8% em relação a 2009.

Além disso o patrocínio da BMG é de R$ 25 milhões por 10 meses, o que dá R$ 2,5 milhões por mês. Inserindo esse valor no parâmetro utilizado no mercado (12 meses), temos, na verdade, R$ 30 milhões anuais. Comparando com os R$ 16 milhões anuais pagos pela LG, tem-se um aumento de 87,5%.

Com isso eu afirmo que o aumento dos valores foi expressivo e seria merecedor de muitos elogios se a diretoria não tivesse falado aos quatro ventos que traria um contrato de 40 milhões.

Me siga no twitter: http://twitter.com/Ale_Delamuta

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Valeu Rogério!



Nação tricolor, hoje foi comemorado no Morumbi o 20º aniversário da carreira do Mito “Rogério Ceni” no São Paulo. Palavras não serão capazes de descrever a gratidão que o clube e a torcida têm por esse homem que dedicou e ainda dedica a vida a esse clube que nós tanto amamos.

Foram mais de 900 jogos, 90 gols, títulos e uma dedicação a essa camisa que nenhum jogador jamais teve. O São Paulo já teve em sua história jogadores de qualidade muito maior que Rogério, Leônidas da Silva foi considerado por muitos o maior jogador da história do futebol brasileiro depois de Pelé. Pedro Rocha foi considerado por Pelé um dos cinco melhores jogadores do mundo na década de 70 e Raí transformou o São Paulo numa potencia mundial, mas nenhum deles demonstrou através dos gestos e do trabalhão tamanho amor pelo tricolor.

Segue abaixo carta escrita pelo nosso presidente, que nesse momento único esta viajando e não pode estar presente no Morumbi para homenagear o maior jogador da história do clube.

Prezado Senhor Rogério Ceni
Capitão da Equipe de Futebol Profissional do São Paulo Futebol Clube


Permita-me dirigir singelas palavras, o que faço, em nome do São Paulo Futebol Clube na condição de Presidente, assim como o faço em meu nome pessoal.

Disse o Poeta Vinícius de Morais que “a vida é a arte do encontro, embora haja tantos desencontros pela vida”. Há 20 anos, Rogério Ceni encontrou em seu caminho a Gloriosa História do São Paulo Futebol Clube.

Naquele momento, a ninguém seria dado imaginar que as correntezas dessas duas Histórias iriam confluir de forma tão singela, que, pelas próximas décadas, iriam se tornar um único caminhar, percorrido em uníssono pelo Homem e pelo Clube, com tamanha harmonia a ponto de poder se dizer ser esse um único afluente.

Nesses 20 anos, Rogério Ceni soube percorrer todas as etapas comuns à vida profissional de um atleta de futebol.

Soube chegar e superar as agruras daqueles que sofrem pela falta do aconchego da cidade do interior e estranham a frieza da cidade grande.

Soube esperar seu momento, absorvendo com intensidade os ensinamentos dos mais velhos, como que antevendo o quanto essas lições lhe seriam úteis quando fosse chegada sua hora de brilhar.

Soube passar pelos momentos difíceis com a resignação dos esportistas e o inconformismo dos vencedores.

Constitui família, com sua esposa Sandra e teve suas lindas gêmeas: Beatriz e Clara. Mais do que tudo, Rogério Ceni soube amar. Amar tanto o São Paulo Futebol Clube a ponto de ser reconhecido pelos milhões de torcedores como sendo um deles dentro do campo. Dessa gente que sofrida, que vem de longe e dedica ao Clube horas do seu lazer e o sacrifício dos abnegados, Rogério Ceni recebe o carinho que somente dispensariam àqueles nos quais reconhecessem a coincidência do igual amor.

Quis o destino, que é justo e sempre sabe recompensar os apaixonados, que Rogério Ceni tivesse tido a oportunidade de vencer no São Paulo Futebol Clube. Vencer já na condição de Capitão, líder respeitado e querido pelos colegas, técnicos, dirigentes e funcionários do Clube.

Campeonatos Paulistas, Brasileiros, Libertadores, Mundial de Clubes. Rogério Ceni ganhou tudo no São Paulo. Fez História e bateu recordes. Fez, até hoje, 90 gols, todos eles com a camisa do São Paulo Futebol Clube. Todos eles como goleiro. Criou uma marca própria, na forma do alarido que se ouve nos estádios do Brasil e do Mundo quando aquela figura com trajes diferentes dos demais e que estaria ali só para defender, sai correndo da sua meta e atravessa o campo para cobrar uma falta ou um pênalti. Tornou-se, então, o maior goleiro artilheiro do Mundo, levou, com suas façanhas, o nome do São Paulo Futebol com destaque no Brasil e no Exterior.

E mesmo que nesse momento seja a oportunidade de relembrar o que já conquistou, Rogério Ceni, após 20 anos de São Paulo Futebol Clube, ainda tem muito a fazer. Rogério Ceni ainda quer mais. E não duvidemos que muito mais ainda irá conseguir. Até porque, cada vitória só fez aumentar sua obsessão por mais títulos, por mais conquistas, por mais outras vitórias que certamente virão.

Rogério Ceni é como o São Paulo Futebol Clube, obcecado pela vitória, inconformado e insatisfeito com tudo que seja menos do que o melhor, a excelência, o próximo passo rumo a um novo objetivo ainda mais grandioso do que o anterior.

Por isso tudo, Rogério Ceni, o São Paulo Futebol Clube está honrado por ter, nesses últimos 20 anos, podido contar com seus serviços, com sua dedicação, com seu profissionalismo e, sem que nenhuma contradição, com o seu amor.
Certamente, a História de Rogério Ceni, que há 20 anos chegou de Sinop, hoje se confunde e é uma das páginas mais brilhantes da Gloriosa História do São Paulo Futebol Clube.

Que seja assim por mais outras tantas décadas, que Rogério Ceni e São Paulo Futebol Clube continuem vivendo esse encontro abençoado e sigam juntos por um caminho comum, uma trilha de glórias e vitórias motivadas pelo carinho, pelo respeito, pela admiração recíproca, enfim, pelo amor.


Me siga no twitter: http://twitter.com/Ale_Delamuta

São Paulo e Banco BMG anunciam parceria


Importante investidor do esporte nacional, banco é o mais novo parceiro do Tricolor

SPFC - 6/9/2010


O São Paulo Futebol Clube e o Banco BMG, líder no segmento de crédito consignado no Brasil, firmaram nesta segunda-feira de manhã, em evento realizado no Morumbi, uma importante parceria. Com duração inicial de dez meses, o acordo prevê a inserção da logomarca do banco nos uniformes de jogo do Tricolor e demais materiais esportivos da equipe profissional.



O BMG se destaca como um dos maiores investidores no esporte brasileiro e ultimamente reforçou o apoio a atletas de ponta como o time de ginástica do Flamengo, em especial Jade Barbosa, Diego e Daniele Hypólito, grandes nomes da ginástica internacional e integrantes da seleção brasileira. A política de patrocínio do BMG estende-se também para esportes como judô, futsal, tênis e automobilismo.



"Para nós é um grande prazer selar essa parceria com o São Paulo FC, um clube de tradição. O acordo veio em uma hora oportuna, pois o banco está fazendo 80 anos em 2010. Espero que essa parceria seja duradoura e de grande sucesso para estas duas grandes instituições", diz Ricardo Janini, superintendente de marketing e produto do Banco BMG.



Adalberto Baptista, Diretor de Marketing do clube enaltece o novo reforço tricolor. "A camisa são-paulina é uma das mais vitoriosas e valorizadas do país, e é uma satisfação para o São Paulo FC firmar esta parceria com uma instituição tão atuante no mercado esportivo brasileiro. Estamos felizes e confiantes no sucesso do acordo com o BMG", afirma o dirigente.

domingo, 5 de setembro de 2010

Galo virado à paulista


Nação Tricolor, foi no sufoco, foi na garra, mais foi muito gostoso. Num domingo onde a alegria da torcida já havia começado antes do inicio do jogo com a patética atuação da porcada no jogo das 16:00 o tricolor foi a Minas e fechou com chave de ouro o final de semana.

O jogo começou muito corrido mas logo aos 10 minutos do 1º tempo o goleirão Fábio Costa espalma a cobrança de escanteio nos pés do jovem Casimiro que só teve o trabalho de por a bola pra dentro do gol. O que parecia ser um jogo fácil, foi complicado pela atuação “caseira” do árbitro André Luiz de Freitas Castro que inventou um pênalti aos 17 mim e outro aos 39. Ambos convertidos por Obina. Percebendo que estavam com 12 em campo o galo pressionou muito no fim do 1º tempo mas não conseguiu transformar essa pressão em gols.

O fato mais interessante do jogo occoreu logo após o 2o gol atleticano. Nesse momento os gritos da torcida do Galo eram de “Ão, Ão, Ao 2ª divisão” numa aparente confusão porque São Paulo, Cruzeiro, Flamengo, Inter e Santos formam o G5 (grupo dos grandes clubes brasileiros que jamais caíram no Brasileirão).

No início do segundo tempo, o técnico/goleiro/dirigente Rogério Ceni colocou Cleber Santana no lugar de Junior César e o time empatou a partida. Aos 10min, Richarlyson desce pela esquerda e cruza rasteiro. A zaga atleticana vacila e Marcelinho toca na saída de Fábio Costa.

Cinco minutos depois, a defesa do Atlético voltou a vacilar e o São Paulo não perdoou. Marcelinho fez boa jogada pela direita, invadiu a área e tocou para o meio. Rafael Jataí dominou mal e Fernandão tocou à direita de Fábio Costa.

Quando o jogo parecia ganho, eis que brilhou a estrela de Baresi, que com a “genialidade” de sempre, aproveitou a contusão de Dagolberto e colocou em campo Jorge Wagner ao invés de Marlos. Com isso o time ficou lento e incapaz de aproveitar contra ataques, uma vez que Fernadão não tem velocidade para puxar contra ataque algum.

Na base do desespero e de forma atrapalhada, o Atlético ainda tentou buscar ao menos o empate na partida, mas não conseguiu finalizar com tranqüilidade. Quando chegou com perigo, parou em Rogério Ceni.

É POFESSOR parece que o POJETO do Atlético ta indo pro buraco.

Estamos a 6 pontos da Libertadores e com as voltas de Alex Silva, Ricardo Oliveira e a reestréia de Ilsinho acredito que temos chances reais de disputar o maior torneio do continente novamente em 2011.

Me siga no twitter: http://twitter.com/Ale_Delamuta